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Amor é o que sobrevive ao fim da idealização

  • Foto do escritor: Isabel Debatin
    Isabel Debatin
  • 11 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 23 de jun. de 2025

A gente idealiza o amor quando só conhece o começo. Quando tudo são trocas suaves, versões filtradas, encontros em que dá tempo de arrumar a cama e esconder as bagunças da alma. Mas o amor de verdade começa depois. Depois do encantamento, das primeiras promessas e das borboletas no estômago.


Tudo isso passa, a gente sabe. Mas o amor [o amor real] é o que fica. É o que sobrevive ao tempo, à rotina, às crises, às falhas de comunicação e às fases que não são dignas de filme.


Eu entendi o que era amar quando percebi que o outro não estava ali pra me completar, nem pra me aplaudir sempre, mas pra me apoiar, apesar de tudo. Amar é conviver. É conhecer o outro por inteiro e ainda assim querer ficar.


É reconhecer os próprios limites, tirar as armaduras, rever hábitos que antes pareciam normais, mas que em um relacionamento saudável não fazem mais sentido.



O amor não precisa de momentos grandiosos o tempo todo para ser verdadeiro. Amor também é monotonia. É paz. É a sensação de que ali é seguro, mesmo quando tudo ao redor parece um caos. E paz, às vezes, também cansa. Porque o coração da gente se acostuma com a agitação. Mas é na tranquilidade que a gente aprende que amar não é sempre novidade. É escolha diária. É compromisso. É admiração constante.


Nenhuma comédia romântica ensina que amar exige paciência. Que, sim, você vai se irritar. Vai duvidar. Vai querer se isolar. Mas se há paciência, há espaço para o recomeço. O amor ensina compaixão. Ensina generosidade. Ensina que o outro também está tentando, assim como você.


Se alguém me dissesse que o amor verdadeiro precisa ser perfeito, eu diria: então ele não é amor. Porque o amor real é imperfeito, e exatamente por isso é tão bonito. Ele é feito de altos e baixos. De dias em que parece tudo e de dias em que parece pouco. Mas é sempre escolha. E, no fim, é isso que o sustenta.


Um abraço carinhoso,

Isabel Debatin


 
 
 

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há 11 horas

Mình mua vé số chủ yếu cho vui, kiểu giải trí nhẹ nhàng thôi, trúng thì coi như hên còn không trúng cũng chẳng áp lực gì. Trước đây nghe bạn bè bàn chuyện “cầu” với “kèo” rôm rả nên mình cũng tò mò thử tìm hiểu, nhưng mới đầu thấy toàn thuật ngữ nên hơi ngợp. Sau một thời gian theo dõi, mình tự ghi lại vài nhận định mình thấy hay lặp, rồi đem so với kết quả để xem có phải mình đang tự tưởng tượng ra quy luật không. Lâu lâu mình cũng ghé soicauxsmb.io đọc cho có chuyện nói chuyện, nhưng vẫn tự nhắc là đừng tin tuyệt đối. Có hôm trúng chút thì vui,…

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