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3 livros e 3 filmes sobre mulheres que decidiram fazer diferente

  • Foto do escritor: Isabel Debatin
    Isabel Debatin
  • 20 de mar.
  • 2 min de leitura

Nem sempre fazer diferente significa mudar tudo de uma vez.

Às vezes, é uma decisão silenciosa.

Outras vezes, é um movimento desconfortável, mas necessário.


Entre livros e filmes, existem histórias que mostram exatamente esse ponto: o momento em que uma mulher percebe que não pode mais continuar do mesmo jeito.


Essa é uma curadoria de leituras e filmes sobre mulheres que, em algum momento, escolheram outro caminho, mesmo sem garantia de que ele seria mais fácil.


Livros


Uma história intensa sobre desejo, culpa e escolhas que mudam tudo. As personagens femininas aqui não são previsíveis, e talvez por isso sejam tão reais. Para quem quer uma leitura que incomoda, mas também prende.


Um livro sobre maternidade, controle e os limites entre o que é certo e o que é esperado. As decisões das personagens revelam camadas que nem sempre são visíveis à primeira vista. Para quem gosta de histórias que geram discussão.


Um retrato honesto, e desconfortável, sobre maternidade, desejo de autonomia e escolhas que não cabem em julgamentos simples. Para quem está disposta a olhar para o feminino sem romantização.


Filmes


Erin Brockovich (2000)

Uma mãe solo que decide enfrentar uma grande empresa após perceber uma injustiça ambiental. Sem preparo formal, mas com determinação. Fazer diferente, aqui, é agir mesmo sem se sentir pronta.



História de um Casamento (2019)

Um filme sobre separação, mas principalmente sobre identidade. A personagem atravessa o processo de se reposicionar dentro da própria vida. Fazer diferente é escolher a si mesma, mesmo quando isso desorganiza tudo.



Tully (2018)

Uma mulher no pós-maternidade lidando com exaustão, sobrecarga e perda de identidade. A história mostra um lado pouco romantizado da maternidade. Fazer diferente, às vezes, começa com reconhecer o próprio limite.



Nem todas essas histórias são confortáveis. Mas todas, de alguma forma, falam sobre movimento.

Sobre perceber, questionar e, em algum momento, escolher um caminho mais honesto, ainda que ele não seja o mais simples.

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